segunda-feira, 29 de junho de 2009

SIM, SOU A FAVOR


Sim, sou a favor da não exigência do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Sim, eu faço jornalismo. Talvez, talvez eu seja um idiota. Não estava disposto a escrever sobre esse tema – ainda mais agora, que a maioria da população “indignada” já mal se lembra do ocorrido – mas muitos vieram me perguntar o que eu achava, como eu me sentia, o quão indignado eu estava, etc.. Isso me irritou profundamente por dois motivos: quem pergunta não está nem aí pra mim ou pela minha profissão e, principalmente, dificilmente entende meu ponto-de-vista de forma correta. Ou seja, eu explico, explico, me irrito com a situação e não consigo fazer a outra pessoa entender, sequer em partes. Ela termina a conversa me achando maluco e eu saio achando o caboclo retardado.


O fato é que, por 8 votos a 1, o Supremo decidiu, com base na Constituição Brasileira, que a exigência de diploma feria os princípios de “liberdade de expressão e do livre pensamento”. Para início de conversa, é bom deixar bem claro que a decisão do STF é irrevogável, em última instância, e agora não adianta jornalistas ou aspirantes a tal chorarem nem tampouco viverem da falsa esperança do “Ah, isso não dura muito!”. Dura sim. Provavelmente, para sempre. Partindo dessa prerrogativa, é possível compreender com mais exatidão quais serão os efeitos práticos dessa determinação.



A faculdade de Jornalismo tem a missão de tornar o profissional capacitado a trabalhar em qualquer veículo midiático. Ele deve estar apto a apurar, entrevistar, acompanhar os fatos e transmiti-los à população, sempre com clareza, objetividade e fidelidade aos acontecimentos. Teoricamente. Teoricamente tudo é mais bonito, importante e proveitoso. Quem faz o curso sabe que o talento nato, a sagacidade e a boa escrita – aliados a boas oportunidades – são muito mais importantes do que qualquer matéria ministrada pelas bandas das tais “salas de ensino superior”. Os três pontos anteriormente citados não são, e nunca serão, ensinados em faculdades. Lá, no máximo, serão aguçados os talentos de cada pessoa. Tenho certeza que o mercado de trabalho faria isso com competência infinitamente superior.


É na faculdade também que percebo que existem – muitas – pessoas que estão fazendo o curso “porque gostam muito de falar”, porque se consideram “bem comunicativas” – leia-se fofoqueiras, falastronas – ou porque não tinham nada melhor para fazer mesmo. São pessoas que, em uma aula de Comunicação em Língua Portuguesa III (TRÊS!), perguntam se o correto é “seje” ou “seja”. Pessoas que cismam que o “mim” conjuga todo e qualquer verbo. É gente que usa o gerundismo como rebusque. Até antes da determinação, seriam eles – e só eles – que teriam o direito de repassar as informações mais importantes do Brasil e do mundo para você, leitor. Vale lembrar que os dois jornalistas por trás do Watergate não eram formados, e que nos EUA, na França, Itália e Alemanha o diploma também não é exigido.



A classe jornalística brada aos quatro cantos que o canudo é a base para uma formação profissional de qualidade, e não discordo. Ninguém está aqui questionando a importância da faculdade. Quem sabe aproveitá-la, consegue boa formação e muitos contatos que poderão ser, futuramente, utilizados na vida profissional. Se quem é formado tem essa boa base, a concorrência não deveria assustar. O jornalista clássico, aquele dos jargões e do cafezinho, de toda a prepotência e arrogância típicos, tem medo de que um “qualquer” tome seu lugar nas redações do país, e pode ser que isso aconteça realmente, se a pessoa tiver talento.


Mas então quer dizer que agora qualquer um vai poder ser jornalista, Jhoninho”? Claro que não, filho.Ao contrário, como os critérios de seleção não mudam drasticamente; quem não tiver diploma terá que rebolar para provar que merece uma vaga entre os profissionais de qualquer empresa que se preze. Quem for formado, também, terá que se superar. No fim das contas todos só têm a ganhar, com mais concorrência e maior busca pela formação de qualidade. Ganham todos, menos os jornalistas pífios, que viviam na doce ilusão de que a formação pura e simples garantiria o seu lugar no mercado de trabalho. Os medíocres estão fora, como deve ser em qualquer profissão. O diploma deixa de ser “obrigatório”, passando a ser “desejável”, um diferencial.


O momento é de reciclagem e aperfeiçoamento. Agora o jornalista de impresso que “entende” política deve se preocupar com o cientista político que escreve bem, e isso vale para várias outras áreas. O que será das faculdades de jornalismo eu não sei. Não sei se o nível das aulas cairá ainda mais; se será elevado – só faz quem realmente quer fazer -; se muitas vão acabar, como prevêem os mais apocalípticos; se será aberto um curso técnico ou tecnólogo de jornalismo... só sei que mudanças virão e é preciso estar atento às novidades. O jornalismo não deixou de ser um curso superior. O diploma não perdeu a validade. Faz quem quer, não faz quem não quer. Simples assim.

Joselito sem noção

Quem tem um amigo desses não precisa de inimigos. Mesmo!



Nem preciso dizer o quão puto ele deve ter ficado com o fiel camarada...

Presos filipinos dançam Thriller

Achei interessante a disciplina e sintonia da galera.



Não é encenação. A notícia está aqui.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Morumbi / Parada Gay

Morumbi é ideal para Parada Gay, diz promotor


Dr. Pepper e o Fantasma de Michael


O que? Voltou de Saturno hoje e ainda não conhece o Dr. Pepper?


Vem mais por aí... se der tempo, um texto sério. Se não, mais besteiras mesmo...

Michael Jackson *1958 / †2009

Cobertura da Morte de Michael Jackson



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Vem mais sobre Michael Jackson por aí...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ronaldo, Cuecas, Calcinhas e Richarlyson

Ronaldo acionará empresa de cuecas femininas


Kaká, Adriano e Ronaldo em cuecas femininas

Julia Paes, Sabrina Boing Boing e Carol Miranda (as Sexy Dolls) são as musas da campanha Durma Com Seu Jogador Preferido, de uma linha de cuecas femininas.





Qual cueca mais te agrada?

a) A do Kaká, porque já vem com uma cinta de castidade e 10% do salário do jogador, destinados inicialmente à Igreja Renascer.

b) A do Adriano, por vir acompanhada de um tour na Vila Cruzeiro e no Morro do Chatuba.Dá direito a pagode, churrasco, bebidas e baladas. Mulher-Fruta é opcional.

c) A do Ronaldo, que tem como brinde festinha com Andréia e outras duas "modelos". Só isso basta.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aviso aos Banalizantes (Banalizando Nostalgia)

O Banalizando Nostalgia não está sendo postado essa semana por uma total falta de tempo - é o post mais demorado - deste que vos fala. No trabalho tá uma correria só e a faculdade está na última semana do semestre, o que quer dizer muitos trabalhos e provas pra pouco tempo.

Ainda assim, vou manter o blog atualizado todos os dias, da melhor forma que for possível. Abraço a todos.

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Starface" confessa que mentiu


Kimberley Vlaminck confessou que fez as 56 estrelas no rosto por vontade própria, segundo matéria do The Sun. Ela afirma que não dormiu durante o processo e que, inclusive, ficou feliz com o resultado. O problema foi o pai da jovem, que ficou furioso com a escolha da filha. Acuada, Kim achou que a melhor forma de se safar seria mentindo para o pai e culpando o tatuador.



Qual é o melhor comentário sobre a notícia acima?

1) Vendo quem era o tatuador de Kimberley, até cheguei a botar fé na moçoila.

2) Rihanna também só queria três estrelas, mas Chris Brown bateu um papinho com ela e o casal chegou a um acordo. A cantora permaneceu sedada durante todo o procedimento.

3) O pai que se segure: segundo rumores, essa é só a primeira das constelações que a jovem pretende tatuar...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Mad e o Picolé na Testa



Considerações sobre o vídeo acima:

1) A cara de psicopata do moleque aos 8 e aos 21 segundos me assustou profundamente.

2) O bambino vai virar garoto-propaganda do picolé. Fato!

3)
O pai do cabeçudo garotinho não tá vendo isso?

4) Ele não lembra o Mad?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Seleção Brasileira dançou no torneio...

Duvidam?





Esses Meninos do Brasil...


Sim, foi feito no Paint... =)

O Cara Com Um Tênis e Nove Vidas!

Vocês vão entender o título do post logo logo:


Seis Verdades Incontestáveis

Seis verdades que não podem ser contestadas:


1ª Verdade:
Ninguém consegue tocar em todos os dentes da boca com a língua.

2ª Verdade:
Todos os idiotas, depois de lerem a 1ª verdade, tentam tocar com a língua em
todos os dentes que têm na boca…

3ª Verdade:
Descobrem que a 1ª verdade é mentira.

4ª Verdade:
Começam a sorrir, pois todos concordam que isso é idiota.

5ª Verdade:
Ficam pensando: "pra quem eu vou enviar essas verdades?".

6ª Verdade:
E continuam com o sorriso idiota na cara.

(fora a primeira, todas são verdadeiras!)


Afanado do Corto Cabelo e Pinto

Funk do Joel Santana

O Banalizando traz agora mais uma pérola dos desocupados internautas de plantão: O Funk do Joel, produzido após uma entrevista do técnico Joel Santana em inglês (?) :



Então...


METE! METE! METE! METE! METE! FROM BEHIND...



Agora uma comparação entre o "The English" de Joel Santana e o "Lo Espanyol" de Luxemburgo:


quinta-feira, 18 de junho de 2009

1/2 Price - O Rapper (continuação do post anterior)


Fiquei tão animado com o post anterior que resolvi pesquisar mais sobre deficientes físicos que faziam e aconteciam.

Encontrei o já bem conhecido na Internet Nick Vujicic. O jovem australiano de 27 anos viaja o mundo dando palestras motivacionais e serve de exemplo de superação em qualquer circunstância.

Vi, ainda, uma figura particularmente especial: um rapper que segue à risca a linha Wassup-Mothafucka americana. Como estamos falando de um músico que já tem clipes gravados, desprezo maiores descrições e/ou apresentações para ir logo ao ponto: com vocês, o Rapper 1/2 Price:



Mais um clipe do Gangsta:

Nick Santonastasso - Exemplo de Vida!

Nick Santonastasso tem 13 anos, gosta de andar de skate, jogar video-game, ajudar a mãe na cozinha; tem amigos e leva uma vida bem agitada. Até então, nada de estranho, tirando gostar ajudar a mãe na cozinha.

O que diferencia o garoto dos demais é a sua determinação e força de vontade para alcançar os objetivos. Nick parece blindado ao preconceito, às limitações e a qualquer tipo de cerceamento de sua liberdade.

Não está entendendo nada, certo Cabeção?! O Banalizando te mostra:



Nick nasceu com a raríssima Síndrome de Hanhart tipo II, doença genética presente em apenas 12 pessoas em todo o mundo, que fez nosso jovem guerreiro nascer sem ambas as pernas, com apenas um braço e este com apenas um dedo(!).

Apesar de todas as dificuldades, Nick se considera capaz de fazer tudo o que as pessoas "comuns" fazem. Eu, sinceramente, acho que ele é capaz de muito mais do que os reles "comuns".

A reportagem abaixo ilustra bem o quão especial é o garoto:




Algumas fotos do nosso SuperMan:





Vida Longa!

A reportagem é da ABCNews

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Banalizando Nostalgia - Internacional

Banalizando Nostalgia com mais uma banda supimpa! Supimpa?

SPIN DOCTORS


Banda nova-iorquina formada em 1989, a Spin Doctors tem como som um Rock'n Roll Funkeado, do estilo das Jam Sessions da época, com bateria seca, guitarras marcantes e letras simples. Com pouco tempo de banda já eram parte integrante da cena alternativa da cidade, fazendo shows empolgantes e ganhando muitos fãs.

Apesar do sucesso nas ruas, foram ignorados pelo mercado comercial até 1991, quando assinam com a Sony BMG e, no mesmo ano, lançam o disco Pocket Full of Kryptonite. O resultado? Sucesso no mundo inteiro graças ao Mega Hit Two Princess:


Perspectivas Fotográficas

Algumas fotos bem interessantes sobre perspectivas, feitas pelo fotógrafo russo Tebe Interesno:





Para ver todas, clique aqui. Outras galerias - destaque para Heaven - clique aqui.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Banalizando Nostalgia - Nacional

Terça-feira, dia de Banalizando Nostalgia!


VERÔNICA SABINO


A cantora Verônica Sabino nasceu em 1960, filha do famoso jornalista e escritor mineiro Fernando Sabino. Fez parte do grupo musical Céu da Boca entre 1979 e 1984, que fez relativo sucesso à época com seu jeito teatral e descontraído.

Em 1985, já seguindo carreira-solo, lançou o disco Metamorphose, interpretando canções de artistas consagrados, como Raul Seixas, Caetano Veloso, Ivan Lins e João Bosco. No ano seguinte, veio a consagração com a canção Demais (versão da música dos Beatles Yes, It is, de Lennon e McCartney):



A música foi uma das mais tocadas do país naquele ano, entre nacionais e internacionais, além de ter feito parte da trilha sonora da novela global Selva de Pedra, de 1987. Verônica ainda participou da trilha sonora das novelas Vale Tudo e Tieta, também da Globo e ambas com muito sucesso.


Apesar de não ter mais conquistado o mesmo espaço na mídia, Verônica Sabino nunca deixou de se apresentar nos palcos de todo o país, tendo lançado mais sete CDs na carreira, o último ainda esse ano. São os seguintes:

- Como Eu Sei (1987)
- Verônica (1993)
- Vênus (1995)
- Novo Sentido (1997)

- Passado a Limpo (coletânea) (1999)
- Agora (2002)
- Que Nega É Essa? (2009)



Curiosidade:

- A música que fazia parte da novela Vale Tudo se chamava Todo o Sentimento, enquanto na novela Tieta a música era Tudo que se Quer. (clique nos nomes para ver os clipes)

Wikipedia (Verônica Sabino), Wikipedia (Fernando Sabino), Clique Music, Site Oficial, Aventuras Musicais,

O pseudo-suicida era só um fanfarrão! (UPDATE!!!)

Dia 4 de junho eu postei um vídeo que mostrava uma pessoa arriscando sua vida ao deitar-se entre os trilhos de um trem que vinha a toda velocidade. Felizmente ela sobreviveu sem um arranhão, e eu me perguntei se aquilo era, de fato, uma tentativa frustrada de suicídio ou fanfarronice pura.

Pra meu espanto, descobri que essa é uma prática que vem se difundindo entre jovens russos! A brincadeira consiste simplesmente em ajeitar-se entre os trilhos do trem poucos segundos antes da chegada dele, para que o maquinista não tenha tempo de freiar e, com isso, espalhar faíscas da frenagem nos jovens que estão lá embaixo.

Conhecido como Dare the Train (algo como Desafiando o Trem), a maluquice é praticada tanto por homens quanto mulheres e vem ganhando novos adeptos. Não é preciso dizer que qualquer vacilo nessa "ajeitadinha" rápida te transforma em carne moída.


Duvida que seja verdade? Veja fotos de uma moça praticando o Dare the Train:













Existe maluco pra tudo mesmo... impressionante!

encontrei no gringo English Russia

Update (17/06/2009):

Encontrei o vídeo com melhor qualidade:


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Pintura da Parede

Quando um detalhe faz toda a diferença:

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Vai uma ajudinha aí?

Da série Pequenos Veículos, Grandes Negócios:






Veja mais imagens clicando aqui.

Isso sim é Carga Pesada, Bino!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Banalizando Nostalgia Internacional (TODOS)

Como prometido ontem, seguem abaixo TODOS os Banalizando Nostalgia(s) feitos até então:


Berlim

Right Said Fred

Survivor

Ultra

4 Non Blondes

Nena

Lou Bega

Spandau Ballet

Blur

Semisonic

New Radicals

The Breeders

Blind Melon


Lembrando que estou postando todos simplesmente pra ajudar na navegação. Não quer dizer que acabou. Ainda vem muito mais por aí, cabeção!!!



Banalizando Nostalgia - Internacional

Banalizando Nostalgia Internacional de hoje traz mais uma One Hit Wonder dos anos 90 bem bacana pra você:

BLIND MELON


O Blind Melon começou a tocar em 1989, na cidade de Los Angeles, EUA. O som dos caras pode ser descrito como sendo um rock leve e simples, de fácil identificação e agradável sonoridade.

O vocalista Shannon Hoon, conterrâneo e amigo pessoal de Axl Rose, participou do disco do Guns'n Roses Use Your Illusion, cantando com Axl as músicas November Rain e Don't Cry, em 1991. A segunda gerou uma grande repercussão para Shannon e para o próprio Blind Melon, já que ele participou do clipe da música, exibido exaustivamente por todo o mundo, e gerou uma grande curiosidade do público em saber quem dividia com Axl os vocais da canção.

Ainda no ano de 1991, o Blind Melon fechou um contrato de meio milhão de dólares com a Capitol Records para o lançamento do seu primeiro disco, homônimo, que saiu no ano seguinte. Em 1993 vem o sucesso avassalador: o single No Rain, com um dos clipes mais vistos da história da música mundial:



O sucesso é imediato, com a venda de 2 milhões de discos em apenas alguns meses e o clipe no primeiro lugar das paradas em vários países durante o ano de 1993. É difícil ver algum jovem com mais de 18 anos (ou até menos) que nunca tenha visto o famoso "clipe da abelhinha", como ficou conhecido.



São indicados em 2 categorias do Grammy de 1994 (Banda Revelação e Melhor Banda de Rock) mas não vencem nenhuma delas. No mesmo ano saem em turnê e preparam o lançamento do segundo disco, Soup, que sai no ano seguinte.

Um trágico acontecimento, porém, frustrou os integrantes e fãs da banda: O vocalista Shannon Hoon, viciado em drogas desde os 17 anos, tem uma overdose de cocaína e é encontrado morto no ônibus da banda, em 21 de outubro de 1995. Hoon, que havia acabado de completar 29 anos, deixou a filha de apenas três meses de idade, Nico Blue Hoon, e a esposa desde os 18 anos, Lisa Crouse.


A banda ainda lança o CD Nico, em homenagem à filha de Shannon, com versões demo de músicas que não haviam sido gravadas ainda. Apesar das promessas de retorno aos palcos, a banda se desfaz e ataca diversos projetos paralelos, todos sem muita expressão.

Depois de quase 11 anos separados, os ex-integrantes do Blind Melon resolvem reerguer a banda, convidando o vocalista Travis Warren para assumir os vocais. Dessa (re)reunião nasce For My Friends, de 2008, que tinha 13 faixas inéditas e prometia uma grande turnê de divulgação. No mesmo ano, porém, Travis precisa deixar a banda por conta de um problema na voz, que o afasta dos palcos.

Novamente sem vocalista, a banda resolveu fazer um concurso para a escolha do substituto de Travis. Ao que me consta, ainda está em aberto.

Curiosidade:

- Quer saber quem é a Abelhinha? Como ela está hoje em dia? Tô pra te falar que se tornou ume bela mulher...

Conheça Heather DeLoach, a Bee-Girl, clicando aqui.

Wikipedia (Blind Melon), Wikipedia (Shannon), Sing 365, Site Oficial, My Space, Rolling Stone

terça-feira, 9 de junho de 2009

Banalizando Nostalgia - Nacional (TODOS)

Resolvi postar todos os Banalizando Nostalgia até agora publicados para facilitar a vida do leitor preguiçoso atarefado:


Banalizando Nostalgia - Nacional

O Banalizando Nostalgia dessa terça-feira faz uma homenagem a uma banda conterrânea deste que vos fala, que alcançou sucesso repentinamente e, infelizmente, não conseguiu se manter no auge por motivos que veremos a seguir:


MUAMBA



O Muamba começou a tocar junto em 1995, ainda com o nome de Zion, na cidade de Juiz de Fora, MG. Após o fim de suas respectivas bandas, Eminho (vocal) e Xerém (guitarra) decidiram investir em uma sonoridade marcada pelo Reggae e Ragga Muffin, apesar de transitarem por várias outras instâncias do Rock'n Roll em geral. Teclados e Metais eram bastante explorados pela banda, que rapidamente passou a ser presença constante nos principais festivais e shows da cidade e região.

O repentino sucesso chamou a atenção de grandes gravadoras do país, que passaram a ver com bons olhos aquele novo estilo, alegre e bem humorado. Em 1998, fecham contrato com a Virgin para o lançamento do primeiro CD, já com o nome de Muamba - existia uma outra banda Zion, no Rio de Janeiro. O disco, homônimo, fez bastante sucesso e alçou o Muamba ao status de banda-revelação nacional à época, ao lado de Charlie Brown Jr.. Várias músicas do CD tocaram nas principais rádios do país, mas foi de Pega Leve o status de música de trabalho:




A banda ainda implacou os Hits Me Fale - gravado na turnê da banda nos Estados Unidos - e Bla bla bla - com participação da atriz Vanessa Bueno. Com o sucesso (venderam mais de 30 mil cópias do disco), vieram propostas e diversas responsabilidades, além da pressão para a gravação de novas músicas. Nesse contexto, a maioria dos integrantes resolveu optar pela saída do vocalista Eminho, acreditando que daria, com isso, uma repaginada em seu estilo e assim conseguiria novos fãs no segundo disco. Lêdo engano.



Sem a presença de Eminho, o Muamba perdeu grande parte de sua identidade e identificação com os fãs, já que o carisma e presença de palco do vocalista chamavam a atenção de todo o público. Pouco tempo depois da saída do vocalista, a gravadora decidiu rescindir o contrato com a banda, e os problemas foram se agravando. Sem ter como manter-se em São Paulo, o Muamba fez a viagem de volta a Juiz de Fora, deixando sonhos e planos na capital paulista.

Em 2000 a banda decretou oficialmente seu fim.

No ano de 2002, Eminho resolveu tentar ressuscitar a banda, convidando novamente o amigo Xerém e três outros músicos para o ressurgimento do Muamba. Deu certo.



Desde então, a banda lançou o disco "Mesmo Assim Eu Vou" (em referência às dificuldades do mercado fonográfico) e tem tocado frequentemente, principalmente na região sudeste do país. A primeira música de trabalho, A Casa Vai Cair, fez parte da coleção da Som Livre Só Pauleira, que contava com outros artistas de renome, como O Rappa, Marcelo D2, Charlie Brown Jr., Detonautas e CPM22.

Atrás: Eminho(vocal) e Coxinha(bateria). À frente: Xerém(guitarra), Felipe(guitarra) e Reinaldo(baixo)

Apesar do relativo sucesso na região, é fato que sem o apoio recebido há pouco mais de 10 anos dificilmente será possível ao Muamba voltar ao cenário nacional, lugar de onde a banda jamais deveria ter saído. O Banalizando, enquanto fã incondicional do Muamba, espera que os caras (re)conquistem o sucesso que sempre almejaram e, mais que isso, sempre mereceram.

Curiosidades:

- A banda Strike, que tem feito muito sucesso no cenário nacional atualmente, tem como vocalista Marcelo Mancini, ex-percussionista e responsável pelos Raggas do primeiro CD do Muamba.

- A música Pega Leve fez parte de uma temporada de Malhação, fato que deu ainda mais exposição ao Muamba no cenário nacional.