Travesti que se envolveu em polêmica com Ronaldo morre em SP
• Postado por
Jhonatas Franco
2
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: andreia albertini, banalizando, michael não morreu, morte, ronaldo, traveco, travesti
Michael Jackson não morreu ! ! !
• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, michael, michael não morreu, montagem, morte
Júnior Lima musculoso?
• Postado por
Jhonatas Franco
3
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, fail, frango, junior, júnior, musculoso, músculo
Xuxú, a Pantera Cor-de-Rosa
A travesti Xuxú, de 20 anos, se tornou sucesso na internet depois do clipe da música "Pantera Cor-de-Rosa", de sua autoria, ter sido postado no Youtube por um desconhecido. Falando de preconceito, glamour e fama, o rap da cantora alcançou a expressiva marca de 240 mil acessos em pouco mais de um mês.
O clipe foi gravado no Parque Halfeld, ponto turístico da cidade de Juiz de Fora (MG) - que por acaso é onde este que vos fala reside -, e conta com dois dançarinos. O vídeo divide opiniões no Youtube, mas já tem rendido alguns shows na cidade, região e até em estados vizinhos, como Rio e São Paulo.
Vejamos:
Como o Banalizando respeita toda e qualquer manifestação artística, fica registrado o apoio do blog a Xuxú, seus(uas) dançarinos(as) e a todos que curtiram o som.
Essa Matéria do G1 tem mais informações da Lady.
• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, cor de rosa, cor-de-rosa, pantera, post, rap, xuxu, youtube
Banalizando Nostalgia - Internacional

Formada em 1986, a Extreme tinha como membros Gary Cherone (vocalista), Nuno Bettencourt (guitarrista), Paul Geary (baterista) e Pat Badger (baixista). O som da banda transitava entre o Hard Rock e o Heavy Metal, premeado por batidas funkeadas e vocal limpo, dando ares de originalidade ao quarteto. O primeiro disco da banda - Extreme, de 1989 - chamava atenção pela guitarra potente e bem tocada por Nuno, o que o tornou bastante conhecido entre os músicos da época. Apesar disso, passou longe de ter sido um sucesso de vendas.
No ano seguinte, veio o estouro: o segundo álbum dos caras, Pornograffitti, despertou interesse de público e crítica graças à uma das mais famosas baladinhas dos anos 90, maior sucesso da Extreme até hoje: More Than Words.
A banda de Boston permaneceu em turnê pelos Estados Unidos até 1991, para a divulgação do segundo disco que, além de More Than Words, também trazia como música de trabalho o hit Hole Hearted. Nuno Bettencourt ganhou vários prêmios por suas performances instrumentais nos dois anos seguintes e, em 1992, a banda lançou III Sides To Every Story, com ligeira alteração do som, mais Rock clássico, suficiente para não emplacar.
Após uma troca de bateristas, com a saída de Paul Geary para a entrada de Mike Mangini, participaram de uma turnê com o Aerosmith pela Europa, em 1994. Um ano depois, chega às lojas Waiting for the Punchline, quarto disco da banda, também não repetindo o sucesso de Pornograffitti.
Em 1996, com a saída de Nuno Bettencourt para seguir carreira-solo, o Extreme tem seu fim decretado. Tempos depois, Gary Cherone se tornou vocalista do Van Halen, de quem era fã, e Nuno seguiu tocando a carreira. Nos anos de 2004, 2005 e 2006, fizeram reuniões esporádicas para alguns shows, sempre com lotação máxima. Voltaram à ativa em 2008.

• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, extreme, hard rock, hole hearted, more than words, nostalgia, por onde anda, rock, van halen
O Fantasma de Michael Jackson
Esse tal de Dr. Pepper sabe mesmo das coisas...
• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, cnn, dr. pepper, fantasma, michael jackson, neverland
Banalizando Nostalgia - Nacional

Dois anos depois, surgiu o álbum Todo Mundo, que mesclava sua voz grave e densa com sons típicos das baladas mais dançantes. O sucesso foi imediato e o disco teve projeção nacional, vendendo cerca de 100.000 cópias. É dele que vem o maior sucesso da carreira do cantor, Heloísa Mexe a Cadeira:
Com o sucesso, Vinny se tornou figura fácil dos principais programas de entretenimento do país. Fez participações em filmes e discos de outros artistas - Xuxa e Tiazinha(?), por exemplo. Em 1998 saiu o terceiro CD da carreira, Na Gandaia, firmando o casamento do cantor com os ritmos eletrônicos mais animados. Desse disco, destaque para o hit Shake Boom.

Chega o ano de 1999 e, com ele, chegam às prateleiras O Bicho Vai Pegar, que mostra uma relativa volta às origens do som do cantor, mais voltadas para o Rock, apesar de ainda existirem as músicas-festa-HiFi-noitada que o tornaram conhecido do grande público. Esse resgate pode ser observado no single do CD, Te Encontrar de Novo.
Os dois discos seguintes - Quando o Tempo Para, de 2000, e Até Você Chegar, de 2001 - tiveram fraca repercussão no cenário musical do país, traçando a linha perseguida por Vinny de se aproximar do folk-pop-rock. Em 2004, o álbum A Mais Perfeita Forma de Amor fez um single que tocou bastante nas rádios do país. Trata-se da baladinha Universo Paralelo.
O cantor ainda lançou mais dois CDs: A Máquina do Dia, de 2006, e um CD acústico em 2008, intitulado Acústico e Circular. Vinny segue fazendo shows por todo o país.

• Postado por
Jhonatas Franco
1 Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, cadeira, heloísa, mexe, nostalgia, shake boom, universo paralelo, vinny
Último Ensaio de Michael Jackson
O ensaio abaixo foi gravado dois dias antes da morte do astro pop:
Não me parecia estar tão mal quanto diziam. Ao contrário, demonstrou estar em boa forma vocal e física...
E continua o mistério!
• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, ensaio, mal gosto, michael jackson, saúde, turnê
Dancing Obama
O presidente norte-americano Barack Obama, não satisfeito com a dança do Lula no heliporto, resolveu criar a sua própria.
E não é que o malandro dança até bem?!
• Postado por
Jhonatas Franco
0
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: banalizando, dancing, dança, lula, obama
10 Motivos para se Concordar (ou se Conformar) com a Decisão do STF
Muitas dúvidas, comentários diversos e algumas "pedradas" vieram a mim através dos comentários, e-mails, fóruns de discussão e Orkut.
Sendo assim, resolvi ser mais claro e didático. Fiquem à vontade para discordar.

1) A Decisão é Irrevogável
Uma decisão tomada no STF é irrevogável. Isso quer dizer que não vai ser uma manifestação de alguns jornalistas com narizes de palhaço e mega-fones que reverterá a situação. Nada contra esses protestos - são bem-vindos, inclusive -, mas o momento é de se pensar em como vai ser daqui para frente, e não como era daqui para trás.
2) A Faculdade Continua Valendo
Em momento algum foi dito que a faculdade de Jornalismo não é importante para a formação do profissional, nem tampouco que ela deixará de existir ou perderá seu valor. Mas quem se (in)forma é o jornalista e essa (in)formação vai depender de muito mais atributos que os ministrados nas salas de Ensino Superior. Nada como já não era antes.
3) O Diploma Ainda Tem Valor
O curso continua sendo reconhecido, o diploma tem o mesmo valor de graduação que qualquer outro e dá os mesmos direitos: de fazer pós, mestrado, concursos públicos para candidatos de nível superior,

4) Você não Gastou Dinheiro à Toa
Se você pensa que seu nobre dinheirinho foi desperdiçado no custeio de sua faculdade, está dizendo com todas as letras que PPP (Pagou Pra Passar) e não está preparado para o mercado. Realmente, você gastou à toa. Um acalento: Mesmo antes da decisão você já não conseguiria emprego! Contente-se.
5) A Qualidade da Informação Não Vai Diminuir
Engana-se quem pensa que a qualidade da informação tende a diminuir com a nova determinação. A tendência, sem dúvida, é de crescimento, e não é difícil explicar o porquê. Antes, qualquer jornalista formado tinha o aval para assinar matérias, independente da besteira que estivesse escrita. A partir de agora, quem não se atualizar, se informar e trabalhar com seriedade fica fora do mercado. A concorrência é sempre salutar, independente da formação de cada concorrente. Quem faria a melhor matéria sobre política: um cientista político renomado, notadamente conhecedor da área e que escreve perfeitamente bem, ou um jornalista formado, também bom na escrita, que não tem o mesmo domínio no campo político?
6) Escrever Bem é Uma Arte
Faculdade não te ensina a escrever. Não te ensina a ler. Ler e escrever são inerentes à profissão de jornalista (e a várias outras), mas nem sempre são tratados com a devida valorização. Saber escrever é como saber fazer contas: deveria ser regra, mas é exceção. Não escreve bem quem simplesmente não comete erros estruturais, mas quem entende dos mais variados assuntos, é sagaz, bem informado, aberto a críticas, enfim, uma série de atributos. Escrever bem é uma arte. Não tem cartilha, manual, regra. Tem espírito. A faculdade não vai te ensinar isso. A prática, sim.

7) A Decisão é Reflexo do Mercado
Essa decisão só reflete o que já acontece há muito tempo no Brasil e em todo o mundo. Jornais de grande circulação no país têm bons profissionais que não são formados mas conhecem, na prática, todos os requisitos necessários para se exercer bem a profissão. Vocação não é formação prática, mas uma não trabalha bem sem a outra. Além disso, quem escolhe quem vai trabalhar em cada empresa é a própria empresa, ora! Se ela optar por alguém que não seja bom (independente da formação), apenas para pagar menos, corre o risco de ter que responder pelas trapalhadas que por ventura o "jornalista" venha a cometer. Empresa séria não passa nem perto disso.
8) Teoria Não Substitui Prática
Sabe quando você verá um excelente profissional dizendo "devo tudo o que sei à minha professora de Teoria da Comunicação, Tia Cris, à de Crítica Midiática e aos conhecimentos passados pelo professor de Comunicação e Expressão Oral" ?! Nunca! Profissionais são bons quando sabem, na prática, executar o que foi ensinado anteriormente. Isso serve para o que foi passado na sala de aula? Sim, claro. Serve, porém, muito mais para o que foi passado na própria redação. O conhecimento empírico é muito mais eficiente nesse tipo de trabalho que o divagado teórico, viajandão.

9) A Concorrência Não Assusta Bons Profissionais
Profissionais que se atualizam, estão ligados nos acontecimentos do mundo, leem bastante, escrevem bem, lidam com diversas mídias e estão dispostos a trabalhar sério terão emprego garantido, independente de quanto tenha aumentado a concorrência. O aumento da procura só tende a instigar o aperfeiçoamento do profissional, que buscará novas nuances de trabalho e formação. Jornalistas "meia-bomba", inertes e acomodados com suas profissões, que não pesquisam minuciosamente as fontes, não revisam seus textos, não procuram inovar (sem fugir às explicações básicas), não se reciclam... esses sim, podem ficar preocupados.
10) Não Existe Ética Jornalística
Muitos jornalistas, em momentos de megalomania esporádicos, costumam comentar sobre a "Ética Jornalística" a que seguem, justificando exageros e abusos profissionais. Ora essa, não existe Ética Jornalística! Não existe essa de "eu sigo a minha ética, velho" ou "minha consciência é o meu guia". A ética, por mais subjetiva e disforme que seja, não pode ser uma para os jornalistas e outra para os "cidadãos comuns"; não é porque são do famigerado "Quarto Poder (com influência nos outros Três)" que devem seguir a preceitos e leis diferentes do restante da população. Na faculdade, alunos de Jornalismo estudam a respeito da Ética na Comunicação, mas qualquer profissional contratado por uma empresa receberá orientações sobre como proceder em determinados casos, até onde vai o "poder investigativo", como não cometer exageros ou gafes por falta de apuração, etc.. Não existe, repito, Ética Jornalística. Ética é Ética (sim, maiúscula) em qualquer lugar do mundo. Seria um erro ver um artigo abusivo e justificá-lo como sendo "de um não-formado". Ética está no berço, na criação, na índole, no cursinho, na faculdade, na redação. Não se cria, não se copia. Se não aprender com a vida, meu caboblo, não será a faculdade a fazê-lo.
• Postado por
Jhonatas Franco
8
Digite aqui sua babaquice pessoal!
Marcadores: a favor, banalizando, cidadão, comunicação, contra, decisão, diploma, jornalismo, ministro, quarto poder, STF, ética




















