quarta-feira, 25 de março de 2009

Coluna Semanal

E que soem os tambores! Está entrando no ar a mais nova sessão do blog!

Agora o Banalizando vai contar com sua primeira coluna semanal. A partir de hoje, em todas as quartas-feiras eu estarei aqui para desvendar os maiores mistérios da humanidade (exagero detected), respondendo perguntas, derrubando mitos, esclarecendo fatos curiosos etc.

YUHUL! Obaa!!

E na estreia (palavra que fica MUITO estranha sem acento) da coluna irei contar pra vocês a história de Inês de Castro.

QUEM????!?

Inês de Castro (foto abaixo) foi uma dama galega, nascida em 1325, filha de um dos fidalgos mais podersoso do reino de Castela: o fiel conselheiro e mordomo-mor do rei.

Hmm.. Essa carinha não me engana!

LEGAL, E DAÍ?

Daí que Inês e Pedro I, o filho do então Rei de Portugal Afonso IV, caíram na burrada de se apaixonar. Tudo aconteceu muito rápido, daquele jeitinho típico: Inês passeava com seu vestido pesadíssimo (daqueles com dezoito anáguas e que tomavam pelo menos metade do dia pra se colocar no corpo) e sua sombrinha rosa cheia de babadinhos na borda, quando avistou o bofe e jogou seu lencinho no chão. Pedro prontamente foi lá e pegou o lencinho da moça, aproveitando a oportunidade para aquela troca de olhares safadeeenha (hmm, eu disse que a carinha não me enganava).

Acontece que Inês tinha dois irmãos marombados e superprotetores, que assim que ficaram sabendo do romance foram buzinar no ouvido dos fidalgos da corte do Rei Afonso: "QUE NEGÓCIO É ESSE DE PEDRO ESTAR PEGANDO LENCINHO DA MINHA IRMÃ EM PRAÇA PÚBLICA, MEU CAMARADA?"

Os fidalgos, provavelmente um bando de baixinhos sedentários, se borraram e deram um jeito de pressionar o Rei para que exilasse a moça. Foi o que Afonso IV fez.

Mas todos nós sabemos que o amor é lindo e nada pode separar duas almas apaixonadas etc etc. Inês e Pedro continuaram se correspondendo e após a morte da esposa de Pedro, (sim, no meio dessa novela ele se casou com uma tal de Constança, mas whatever) o infante ordenou que Inês regressasse de seu exílio e os dois foram viver juntos em sua casa, o que provocou grande escândalo na corte, já que no século XIV a fofoca rolava solta não muito diferente de hoje em dia.

Aí, novela vai-novela vem, milhões de coisas aconteceram, gente morreu, gente nasceu, já estamos em 1355 e Inês já não tem mais aquele corpinho-de-dezoito. Foi então que Pedro tomou uma decisão: Estufou o peito, botou o dedo na cara do pai e disse em tom rebelde: "ESSA É A MLUHER QUE EU AMO E NADA IRÁ ME IMPEDIR DE CASAR COM ELA" (musiquinha da Lara Fabian)

Ledo engano, amigão... Ledo engano.
Quando Pedro chegou na igreja de terninho engomado descobriu que seu pai havia ordenado o assassinato de sua amada. (Pausa dramática)

No momento em que uma das aias percebeu os olhinhos de Pedro marejados, aproximou-se do príncipe e disse: "Não adianta mais se lamentar. AGORA INÊS É MORTA e nada podes fazer"

Tcha-ram! E assim surgiu o mundialmente conhecido ditado popular que certamente Ronaldo deve ter ouvido de seu assessor quando ligou pra ele chorando e perguntando COMOFAS// no dia 28 de abril do ano passado.

Fonte: Wikipedia (mas a piadinha cretina ao final é minha mesmo)





E aí? O que achou da nossa nova sessão? Elogie, critique, urre e aproveite para deixar sua sugestão de pergunta a ser respondida da próxima vez.

"Namastê!"

5 Digite aqui sua babaquice pessoal!:

Kiko Barbosa disse...

Anna Duzzi Owns q fala...

AHIAUhEAiueHIEAu

não sabia dessa versao, q a proposito... eh foda \o/

oh noes

Mônica disse...

Achei sucesso!!!!! Genial demais!
Anna devia dar aulas!

Yoshimi disse...

uhauhauhauha

dei pala aqui!
muito bom, genial.

e ronaldinho se fudeu. literally

>D

Bruna disse...

Professores de História deveriam ser assim... Evitaria vários cochilos durante as aulas.

Iracema disse...

Me diverti muito lendo isso! HAUSDHSADUSA