quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Fezes, cadeado e até cobra esperam prefeitos em gabinetes

Em mais uma dessas andanças virtuais, encontrei essa notícia, da Folha Vitória:


"Fezes, cadeado e até cobra esperam prefeitos em gabinetes"



- Sem medo de me atrever, vou direto ao ponto:



Fezes para os b*stas de paletó.


Cadeado para os bandidos de colarinho branco.


E cobra... bem... para que fiquem aos pares. Sabem como é a solidão, né?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

"Feliz Todo Dia"

Passamos, enfim, da época do Natal.

Já trocamos presentinhos, comemos mais do que deveríamos, bebemos (muito) mais do que deveríamos; já abraçamos menos do que poderíamos e perdoamos menos do que deveríamos.

Enfim, já passamos.

Mas como todo bom texto torna-se atemporal, publicarei aqui (com a devida autorização) um que me chamou muito a atenção. Diferente dos outros, fugindo dos clichês e analisando de maneira "azeda e irritada", típica deste blog, sem perder a ternura e a pureza. Sem delongas, aí está:


Feliz Todo Dia

Faltando dois dias para o Natal, eu - que venho evitando o tema durante todo o mês de dezembro - me sinto quase obrigada a escrever a respeito, uma vez que minha caixa de emails, meu Orkut e Facebook estão lotados de votos de Feliz Natal que ainda não respondi e provavelmente não vou.

Sim, o Natal é meu momento Diogo Mainardi.

Nunca fui uma grande entusiasta da data. Quanto mais velhos, mais implicantes nós ficamos: de uns anos pra cá tomei verdadeiro horror a tudo que se refere ao Natal, da irritante trilha sonora que invade os shoppings, já em novembro, à infame combinação de cores verde-vermelho, tudo importado de tradições que nem de longe lembram as do nosso país. Fora a sensação de que tudo e todos querem tomar meu dinheiro. Basta assistir um pouco de tv nessa época para saber do que estou falando.

O mais interessante é que não estou sozinha. Conheço várias pessoas com sérias restrições a essa época estressante e tumultuada do ano. Mas curiosamente elas enfeitam suas casas, compram presentes de que ninguém precisa com um dinheiro que provavelmente fará falta em algum momento, e - ah, claro - me desejam um Feliz Natal.

Todo ano me faço a mesma pergunta sem chegar a uma conclusão: o que é um feliz natal? Onde está a felicidade, a paz e a alegria que me desejam nessa noite onde a maioria se preocupa em se empanturrar, beber em excesso, trocar bugigangas e voltar pra casa falando mal dos parentes? E por que esperam o dia 25 de dezembro para desejar que eu seja feliz e tenha paz? Ah, o espírito de natal, claro!

Impossível não fazer aqui uma pausa e analizar a “solidariedade” que invade nossos corações. Passamos o ano andando por calçadas onde mendigos dormem, parando nossos carros em sinais onde crianças vêem nos pedir algo (às vezes socorro, basta olhá-las direito ao invés de fechar o vidro) e vendo pela tv que o mundo precisa desesperadamente que deixemos de ser indiferentes. Mas quando chega o Natal lembramos de repente que há outros com quem podemos partilhar o muito que temos. E distribuimos brinquedos baratos e cestas básicas que irão diminuir um pouco a carência deles e a culpa nossa.

Caio, sem medo de ser feliz, no velho clichê: o Natal perdeu seu sentido original. Foi desfigurado. Alguém ainda se lembra do aniversariante? Tenho certeza que Jesus deve estar horrorizado com a maneira como celebramos seu nascimento.

Encerro esse post azedo e irritado lembrando que a palavra natal significa nascimento. Com a proximidade da passagem do ano, algumas boas almas ainda se lembram que além do peru e da champagne, o momento pede reflexão e desejo de mudar e renascer. Mas a Vida já me surpreendeu o bastante para me mostrar que sua própria natureza é cíclica, o futuro é um tempo sempre em movimento, e um ciclo não se encerra e outro começa apenas porque nossa cultura determinou para isso uma data.

Renascemos e mudamos quando a Vida pede. A reflexão de quem somos, o que podemos dar ao outro, de que forma podemos contribuir para o mundo e de que maneira podemos ter paz e a alegria em nossas vida deve ser constante e diária. Podemos renascer todo os dias.

Portanto, àqueles que me desejam Feliz Natal, eu desejo: Feliz Todo Dia!

Do excelente De Onde Vem a Calma

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Quem beijou, beijou; quem não beijou, beijasse.

Ano sai, ano entra, e sempre fica aquela sensação de que o tempo está passando mais rápido. Desde que me entendo por gente ouço que “esse ano passou que nem um foguete…”. Não sei, mas acho que com o negócio de aquecimento global, mudanças climáticas, todo o mal que o homem vem fazendo com o planeta, Banda Calypso, enfim, essas cagadas modernas, o tempo realmente possa estar passando mais rápido. Já me disseram na mesa de um bar que segundo o calendário maia (ou inca, ou asteca, agora já não sei direito) o dia não tem mais 24 horas e sim 14. Pode ser, porque ainda ontem era carnaval e hoje o reveillón é questão de segundos. E amanhã já vai ser carnaval de novo…

Tento curtir bem todos os momentos da vida. Sou de certa maneira saudosista, o que me faz sempre dar aquela olhadela pra trás; tenho muitos projetos, estou sempre plantando sementes, o que significa que eu estou de olho no futuro; e procuro viver cada dia como se fosse o último. Menos ontem, quando eu tava com uma puta ressaca e não quis levantar da cama. Mas vivi a ressaca como se fosse a última. No fim do ano, porém, passado e futuro se misturam ao presente e é difícil olhá-los sem uma ligação em comum, numa tentativa de avaliar o que foi feito, erros e acertos, o que se deve repetir ou corrigir, as conquistas e derrotas, sempre já vislumbrando o que vem por aí, os objetivos, as metas, o alvos… O presente acaba ficando em segundo plano, pelo menos nessa reta final, em que o que tinha que ser feito já foi ou não. É hora de relaxar e esperar a contagem. O presente é só pensamento positivo e… festa! Um jornal do Rio me ligou perguntando qual era o meu ritual do dia 31 e eu respondi que era ficar bêbado. Mas sempre com os pensamentos positivíssimos. Positive vibration.

Pensei em fazer aqui uma retrospectiva do ano, mas é impossível. Eu ficaria preso aos acontecimentos recentes e deixaria passar muita coisa que aconteceu em janeiro, fevereiro… Cada vez que vejo a Retrospectiva da Globo (que eu adoro) me lembro de coisas que tinha até esquecido. Já nem lembro, por exemplo, quem era a namorada do Dado Dolabella
em março. Então recorri a este blog que, durante boa parte do ano, foi um espaço usado para comentar o mundo em volta, mesmo que sem me aprofundar em questões mais sérias. Se bem que o que é risível pra um pode ser sério pra outro, enfim... teve gente que ficou arrasado com a separação de Sandy e Junior, por exemplo.

Ah… as celebridades… como elas me inspiram. Principalmente em 2008. Não é todo ano que um astro internacional dá o mole de sair pegando mulheres de tromba por aí. Nem é sempre que atrizes de novela dão as caras e otras cositas más em filmes pornôs. Em compensação, é sempre que Angela Bismarchi retoca aqui, puxa dali, e não sai do lugar. E em janeiro começa com mais um BBB, ou seja, vai dar pano pra manga, posts e comentários xiitas.

Os ex-BBBs são capítulo a parte na trajetória desse blog. Comecei de leve, falando dos que usam a expressão “ex-BBB” como profissão. Coisa que, aliás, corre sérios riscos de perder espaço para ex-da Ivete Sangalo. Isso gerou uma chuva de ácida de comentarios imbecis e, quando não me irrita, a imbecilidade me inspira. Impossível não dar prosseguimento a assunto. Impossível não falar de Siri, a mais patética delas, capaz de carregar um séquito de seguidores tão patéticos quanto. Nada mais óbvio. Cara de um… 2009 começa sem a esperada estréia da loura no cinema. Coisa que ela andou fazendo sair em notinhas por aí e que eu fiz questão de aprofundar. O filme ainda não estreou, mas ela já foi detonada do cast. Os ex-BBBs ainda ganharam espaço a partir de uma palestra que a tal de Cida lançou. Vamos aguardar a primeira festa de formatura, a acontecer (espero) ano que vem. Pode render um bom post. Algumas ex-BBBs não inovaram e saíram na Playboy, uma delas gerando uma discussão divertida aqui neste espaço sobre depilação e os pentelhos ao vento. E olha que ainda lutei para não cair em tentação!

Em 2008 perdi definitivamente o interesse pela Caras. Ela pode olhar para mim com a maior cara de pidona na sala-de-espera do dentista que eu não tô nem aí. O mundo das celebridades anda muito assim-assim. Eu até tentei dar uma esquentada mostrando como teria sido a cobertura do Descobrimento do Brasil ou mesmo um popular churrasco na laje. Mas eles não me deram ouvidos. Preferiram continuar com a mesma lenga-lenga...

No meio das celebridades do estrangeito, o buraco é mais embaixo. Amy Winehouse deu um tempo nas páginas policiais e faço votos de que volte a figurar nos Segundos Cadernos com trabalho novo para o deleite dos nossos ouvidos. Pelo menos sobreviveu e, caso não tenha nenhuma recaída, emplaca 2009, coisa que eu temi quando ela andou cheirando o pó que o diabo amassou.

2008 foi ano de Olimpíadas, ano em que Dercy Gonçalves bateu as botas, ano em que finalmente alguém teve a “ousadia” de dizer que achava Glauber Rocha uma merda, ano em que Carol Castro se mostrou na Playboy e teve gente perdendo tempo reparando num mero crucifixo, ano em que o CQC e Marcelo Adnet se transformaram nas grandes novidades da nossa TV. Mais novidade que eles só a revelação de que Beckham tem bafo. E as revelações de cada um dos leitores no texto sobre peido.

Claro que muita coisa vai continuar igual em 2009. Sei que vou continuar aturando os PMs e suas blitz (um saco esse plural), me relacionando com flanelinhas, porteiros, levando topadas... a maior delas ainda está por vir! Ciladas do dia-a-dia, minha principal fonte de inspiração.

Cá entre nós, alguém acha que vão deixar os óculos do Drummond em paz?

Terminei o ano revendo Madonna. E pretendo começar vendo Radiohead.

Ano que vem quero ser feliz e isso me basta. Quem sabe não vou conseguir frequentar algum dos Fashion Weeks. Continuar (ou ficar mais) presente na vida dos meus amigos tão queridos, que acabaram de me dar a maior demonstração de amizade, coisa fundamental de acontecer quando a vida prepara umas surpresas. Gente fina, elegante e sincera. Quero pular carnaval. Ouvir meu discos. Sobreviver a Era Dunga, a era da mediocridade. Mesmo que encontre uma ou outra síndrome da página em branco pela frente. Minha relação com este espaço continua, com altos e baixos, seja com visitas de médico, seja com textos mais elaborados e metidos a engraçadinhos. Esse contato com quem me lê. Mesmo quando alguns pentelhos resolvem meter o bedelho. Inclusão digital tem disso.

E tentar fazer João, o maior presente que a vida já me deu, entender que a vida é doce mas não é mole. Mas que quem é do bem sempre ganha no final.

Fiquem bem.

Parcialmente usurpado extraído do Blog do Bruno Mazzeo


segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Esses são bons mesmo!!!


E eu duvidando que milagres aconteciam...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Caroline Pivetta - "A Pichadora"

Enfim solta. E é só isso que eu tenho a dizer.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

No ínterim das batidas do relógio

Presos. Condenados, Encurralados. Assim vivem, dia após dia, milhões de cidadãos iraquianos, que, no ínterim das batidas do relógio, descobrem que sempre maior é a contagem de conterrâneos mortos, sempre maior o desespero dos vivos; é sempre menor o respeito com os de seu povo, sempre maior é a insegurança. Vemos uma coexistência desses maiores e menores e não há paradoxo nosso. Ou talvez haja. Nota-se que quão menor é o risco de ataques aos Estados Unidos, mais se comenta sobre o assunto, e, proporcionalmente, maior é a opressão.

Opressão, ojeriza, rancor. Com Bush-pai ou Bush-filho. Por bem (?) ou por mal. Com estes elementos – ou sentimentos, e concordo que fui eufemista – é delineada a ocupação dos soldados norte-americanos no Iraque. Sem pudor, zelo, melindre. Por capricho hereditário ou ódio incontrolável.

Interesse eleitoral e petróleo e manutenção da supremacia. Motivos em voga que encobrem um sentimento xenofóbico muito mais denso, profano, insalubre. Pretensões torpes frente à questão de sobrevivência, ou à batalha por ela, perduram no País-Bomba. E destroem. E matam. Somem com crenças de adultos, com esperanças de jovens, com desejos e necessidades de todo um povo. E perduram, no ínterim das batidas do relógio.

Jhonatas Silva Franco

22/10/2008

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Homens... PFF

Jovem fica surda após beijo do namorado na orelha

Uma jovem chinesa perdeu a audição do ouvido esquerdo após um beijo apaixonado do namorado. De acordo com os médicos, o tímpano esquerdo da mulher se rompeu com o beijo, informa nesta segunda o jornal Shanghai Daily.

O casal, da província de Guangdong, disse ter ouvido um estalo durante o beijo. A partir deste momento, ela passou a não escutar. Cerca de uma hora depois, eles foram a um hospital onde receberam o diagnóstico.

De acordo com o médico que os atendeu, embora não seja comum, um beijo forte pode causar desequilíbrio na pressão do ar entre os dois ouvidos e levar a um incidente como este.Ainda segundo o especialista, a mulher será tratada e deve recuperar a audição gradualmente nos próximos dois meses.



>>> Tão vendo, amiguinhos? Nós, mulheres, não somos frescas, nem chatas, nem mimimis. Além de beijo no ouvido ser a pior coisa EVER, a vida não é um episódio de "os Normais" (na maioria das vezes) e nossa audição é preciosa demais; além disso - convenhamos - taaaanto lugar pra beijar, né não?!!

Fonte: Terra - Notícias Populares

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

André Luiz Cassimiro – O Estrangulador de Juiz de Fora

E não é que Juiz de Fora já teve um Serial Killer e eu não sabia? Segue o "portfolio" de André Luiz Cassimiro, o Estrangulador de Juiz de Fora:


Um ex-condenado com um gosto para mulheres mais velhas, Cassimiro confessou ter violentado e matado cinco mulheres em Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. Os cinco mortos eram mulheres entre 58 e 77 anos e moravam sozinhas. Todas as vítimas foram torturadas, estranguladas com fios de eletrodomésticos e violentadas.

A cidade de Juiz de Fora foi dominada pelo medo até 29 de maio de 1996, quando Andre Luiz Cassimiro, 31, foi preso. "Eu entrava para roubar as casas delas", explicou o assassino, sem piedade, "mas acabei matando-as. Nesses momentos eu sentia ódio pela pouca idade das mulheres. Agora, sinto nada."


Fingindo ser um lavador de carro, Cassimiro passava vários dias observando os movimentos e a rotina diária de suas futuras vítimas. "Até que ele entrava na casa e se mostrava um ladrão de senhoras", disse o chefe de polícia José Márcio Carneiro. "Uma vez lá dentro, ele virou um psicopata." As mulheres foram primeiramente presas às suas camas e amordaçadas. Depois, elas foram violentadas e estranguladas. Ele, então, cobria seus corpos sem vida com um cobertor, porque "não gostava de olhar para eles." Após o seu sádico ritual, ele revirava a casa de pernas para o ar à procura de dinheiro e eletroeletrônicos.


Quando foi preso Cassimiro ainda estava pagando os 11 anos e 10 meses de prisão, por conta de seis condenações de roubo, em liberdade condicional. "Na prisão, ele era um prisioneiro modelo", afirmou Jairo Ferreira Cristovam, diretor da penitenciária. Em 19 de junho de 1995, menos de cinco horas após ter recebido autorização judicial para passar as férias em casa no feriado de Corpus Christi, Cassimiro cometeu seu primeiro assassinato. A vítima foi Zilda Araujo Barbuth, 76. "Ela estava dormindo quando entrei, mas acordou quando derrubei o rádio-relógio. Quando ela tentou gritar, a amarrei e amordacei-a com um fio na cama”. Ele então procedeu o estupro e estrangulou-a. Antes de sair, Cassimiro foi à cozinha e comeu um pedaço de goiabada. Após o assassinato, ele retornou para a prisão e dois meses mais tarde foi libertado em condicional.


Cassimiro matou Odete Barbosa da Silva, sua segunda vítima, um ano e meio depois. Eles terminaram a sua relação em meados de 1995. Seis meses mais tarde a mulher, de 62 anos, foi encontrada estrangulada em sua casa. Ele não conhecia sua terceira vítima, Aldenira Mello, 58. Ele encontrou-se com a quarta, Malvina Maria de Oliveira, 77, em um Baile da Terceira Idade. Dançaram a noite toda antes de ela permitir que o jovem a levasse em casa. Seu corpo foi encontrado três dias mais tarde com a cabeça esmagada. Ele matou sua última vítima, Celia Nicolini de Farias, em 13 de maio de 1996. Acredita-se que a viúva, de 74 anos, foi estuprada por Andre post-mortem.


Cassimiro foi pego por causa de uma bisbilhotice de sua irmã, Joaquina, que não tinha conhecimento de seus crimes. Ela falou com um amigo que tinha visto um cartão com o nome de Zilda Araujo Barbuthunder debaixo do colchão de seu irmão. O amigo informou à polícia e ele foi preso. Em custódia, Cassimiro confessou todos os crimes e afirmou que ele "estava drogado" durante seu longo ano de assassinatos.

Fontes: Revista Época e Crimezzz.net

(O texto é uma tradução não-literal feita por mim, retirada do Crimezzz)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Ironias da vida...

Coisa engraçada... eu estava reparando esses dias que a grande maioria de palavras no diminutivo tem o "tamanho" maior do que suas palavras originárias. O diminutivo de "pé" é "pézinho", de "mão" é "mãozinha", de Leon é "Leonzinho" (ou Leonzito, para as garotas...). Pô, se é diminutivo, era pra diminuir, né? Parece que só diminuí no sentido.

ABL, vamos tratar de pensar em diminutivos pequenos, ok?


Tá certo que essa ironia não é tão boa quanto a do Hipopotomonstrosesquipedaliofobia (pra quem não sabe, Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é nome que se dá ao medo de palavras grandes.), mas enfim, prova que a vida, ou no mínimo, que o nosso português tem lá um senso de humor ácido.

Após um breve tempo ausente, eis que o blog retorna com novo layout e força total!

Mais uma vez, muuuito obrigado, Ana Duzzi, pelas formatações e idéias!

Até a vista!