Mostrando postagens com marcador globo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador globo. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CPI da mídia

O jornalista Altamiro Borges publicou um texto em que pede que seja realizada uma "CPI da mídia", com o intuito de fiscalizar e apurar as denúncias que Globo e Record vêm fazendo uma à outra. Segundo ele, o denuncismo das empresas "rende pontos no Ibope e novos anunciantes", mas "ofusca o debate sobre os problemas estruturais da democracia brasileira".

O texto, que vale a pena ser lido por completo, encontra-se aqui.


Discordo do Sr. Altamiro Borges, explicando agora o porquê.


Concordo que as denúncias de ambas devem ser minuciosamente apuradas...

Mas fazer uma CPI... não compartilho dessa ideia.

A Comissão Parlamentar, como de praxe, seria lenta, onerosa e parcial, atendendo aos interesses de quem dela participasse. Tenderia a desviar o foco de assuntos tão ou mais importantes e terminaria numa bela Pizza, feita pelos pizzaiollos da emissora que melhor "convencesse" a opinião pública e a própria comissão.

O denuncismo midiático, nesse caso, tem sido efetivo e esclarecedor, apesar de os motivos serem torpes, de ataque barato. O mais certo é acompanhar as notícias e ver como o Ministério Público, Justiça Federal, opinião pública e a própria mídia encaram a situação.

Quem viver, verá. Aguardemos os próximos capítulos.



terça-feira, 18 de agosto de 2009

Globo x Record resumidamente falando...


Os 2 veículos estão errados.

Os 2 veículos estão certos.


- A Globo exagerou na cobertura. Gastou minutos preciosíssimos da emissora repetindo denúncias obsoletas e colocou uma lona circense em toda a situação envolvendo o tal bispo lá;

- A Record usou "trunfos" que ela já deveria guardar há tempos pra quando fosse necessário, ou seja, quando a ameaça realmente incomodasse à concorrente. Partiu para o ataque direto, ao invés de se defender das denúncias;


+ A Globo tinha, mesmo, que cobrir o caso, já que era de interesse público e, mais do que isso, de interesse do público. Apesar dos exageros cometidos, não dá pra negar que as reportagens da emissora foram as mais completas a respeito da situação;

+ A Record trouxe denúncias graves que põem em xeque a credibilidade da - antes - onipotente emissora do país. Das duas, uma: ou o promotor e a Globo sofrerão um processo pesado da justiça (caso as duras acusações se confirmem) ou poderão ganhar rios de dinheiro alegando diversos crimes cometidos pela Record (calúnia, difamação, danos morais, etc.).

Agora é esperar os próximos capítulos pra saber como será o desfecho dessa história.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Letícia Spiller Empinadinha

Mais uma notícia bombástica!

E só caminha....

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Banalizando Nostalgia - Nacional

Ontem tive um curso de aperfeçoamento - coisa do trabalho - e não pude postar nada durante toda a tarde. Por isso, o Banalizando Nostalgia - Nacional ficou pra hoje.


VANGE LEONEL


Cantora, compositora, escritora, ativista, politicamente enganjada... vários são os projetos em que Vange Leonel já se envolveu, e em muitos deles continua na ativa. Paulistana de 46 anos, lançou seu primeiro disco em 1987, quando ainda tocava na banda de Rock Nau. O disco não teve grande repercussão, mas credenciou os músicos a tocarem na coletânea Não São Paulo II, pelo selo Baratos Afins.

Dois anos depois, Vange resolve seguir carreira-solo. Ainda em 1991, surge o primeiro disco da cantora -
Vange, fruto da parceria com a jornalista Cilmara Bedaque. Lançado pela Sony Music, o CD foi sucesso imediato, graças principalmente à música de trabalho: Noite Preta.



A música tocou nas maiores rádios durante um bom tempo, tendo ficado em
4º lugar na lista das 100 mais tocadas do país, entre nacionais e internacionais. Outro motivo (talvez o principal) para o grande sucesso é o fato de ter sido música-tema da novela Vamp, da TV Globo. Revejamos a abertura:



Nos anos que se seguiram, Vange fez vários shows, participou de outros discos e recebeu prêmios. Em 1995, sai o segundo disco da carreira,
Vermelho, lançado pela Medusa Records, de sua propriedade. No mesmo ano, a cantora assume sua homossexualidade e se torna ativista LGBT, além de passar a escrever para periódicos voltados a esse público.

Atualmente, Vange escreve para o site Mix Brasil, com a coluna Bolacha Ilustrada, e para a Coluna GLS da Revista da Folha, quinzenal da Folha de São Paulo.

wikipedia, entrevista, blog oficial


O Banalizando Nostalgia Internacional vai ser postado ainda hoje. Aguardem!