Pelé confunde Michael Jordan com Michael Jackson e arranca risadas da plateia
Qual é o melhor comentário sobre a notícia acima?
1) Quero ver se ele confunde Madonna com Maradona.
2) Um ficou famoso pelas enterradas. O outro, dizem que vai se desenterrar a qualquer momento. É, faz sentido...
3) Mais uma para os anais do Maior Poeta-Calado-Falante de todos os tempos!
4) Pelé cometendo gafe, Winehouse bêbada, Paris fazendo pornô, Romário e Ronaldo reconhecendo paternidade, Adriano faltando treino e indo para o morro... ô povinho sem criatividade, viu?
Pelé confunde Michael Jordan com Michael Jackson
Romário filia-se a partido e comete gafe
Romário se filia ao PSB e troca o nome do partido 
Que nome Romário "deu" ao próprio partido?
1) "Pô, esse não é o PSB - Partido da Seleção Brasileira?"
2) "Na minha situação, seria melhor que fosse o 'Partido da Sesta Básica' (sic)..."
3) "Esse 'Partido Sinistro do Baixinho' é realmente muito f*da, peixe!"
4) "Sei lá o nome do partido, brother... só sei que tô Partindo de Sunga pra Barra agora mermo!"
Vanusa e os remédios
Labirintite e remédio podem ter causado a confusão de Vanusa, dizem médicos
Cantora errou o Hino Nacional na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Medicação (2 comprimidos de Vertix) usada para controlar a crise da doença atrapalha a fala.
Antes de mais nada, se você tá chegando de Saturno nesse momento e ainda não viu a intrépida cantora Vanusa interpretando o hino nacional, clique aqui.
Qual é o melhor comentário para a notícia acima?
1) Não tem Whisky, Vodka nem Cachaça que superem. O negócio agora é a onda do Vertix!
2) Se a gente der um desse pro Latino, ele promete parar de cantar, também?
3) Esqueçam a Vanusa! O mais importante é saber de onde surgiu o Sr. Flória Madruga! (5:07)
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Jhonatas Franco
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Uma nova ótica sobre os casos Paula Oliveira e Sean Goldman
Acompanhamos, nas últimas semanas, o desenrolar de dois casos que geraram grande repercussão mundo afora envolvendo brasileiros: o Caso Paula Oliveira e o Caso Sean Goldman. Contextualizando o leitor que acabou de voltar de Saturno desatualizado, o primeiro diz respeito à garota de 26 anos que, segundo a própria, fora torturada por skinheads, na Suiça, fato contestado e, posteriormente, desmentido; já o segundo aborda a disputa judicial pela guarda do menino Sean, de 8 anos, entre o padrasto, brasileiro, e o pai, americano, que se arrasta desde a morte da mãe do garoto, ocorrida em agosto do ano passado.
Sem julgamento de valores e/ou preceitos, o enfoque dessas linhas será o papel desempenhado pela imprensa em ambos os casos. Sem mais do mesmo. Brados e gritos inflamados surgiram de vários lados, dezenas -- talvez centenas -- de matérias abordaram os equívocos cometidos pela mídia nacional... A bem da verdade, frise-se, pouco de produtivo foi dito a respeito, e não é garantido que este texto o fará. O assunto em voga é a diferenciação entre o que é crítica construtiva e o que é bravata. Houve omissão? Excesso? Inocência?
O que não foi dito, porém, é que a história era, por si só, verossímil: tinha argumentos plausíveis, fotos impactantes e uma agoniante -- e proposital -- escassez de informações precisas. O governo e a polícia suíços não divulgaram boletins informativos, não deram informações a jornalistas, não explicaram à população o que, de fato, havia acontecido. Em suma: ficamos às cegas.
O espectador esperava ávido por informações, e a imprensa representa -- ou deveria representar -- o afã da população. O povo quer dar sua opinião, participar das investigações. O Frenesi Digital (dito por Guilherme Fiuza no Observatório da Imprensa do dia 03/03/09) já acontecia voraz, com notícias mil circulando na Internet, todas -- sim, todas -- imprecisas e incompletas. Se a imprensa brasileira não se manifestasse, seria tachada de omissa e despreocupada. Como o fez, ficou sendo a imediatista e despreparada. Era preciso tomar uma decisão. Não seria suficiente dizer que "a princípio, aparentemente suspeita-se que Paula Oliveira teria sido vítima de tortura". Não convenceria. Não aproximaria o leitor. Não venderia.
O impacto da notícia foi muito mais forte do que a vontade de destrinchá-la e isso é inadmissível em qualquer mídia do mundo. Os jornalistas brasileiros cometeram uma falha e, em partes, pediram desculpas por isso. O que tem de haver agora é uma reflexão sobre os métodos de pesquisa, apuração, abordagem e divulgação de reportagens. Reflexão, não retaliação. Reflexão, não auto-flagelação. Sem masoquismo.
A imprensa não pode se tornar uma espécie de "classe política", aquela que se omite, que é prolixa e evasiva nas questões mais relevantes para os receptores de tais mensagens. Não pode se abalar drasticamente por um equívoco cometido. Não seja tão pessimista, nobre leitor. Nossa imprensa vai muito bem, obrigado.
Jhonatas Silva Franco
13/03/2009
(Conselho: Não acreditem em tudo o que está escrito no site acima...)
Update:
Como prometido, segue o texto:
O pequeno Sean Goldman, de 9 anos, é pivô de uma disputa judicial que já dura 4 anos – e que se acirrou nos últimos meses – por sua guarda. Participam a família da mãe (juntamente com o padrasto) e o pai biológico, David Goldman. Em meados de
Bruna Bianchi, 33, morreu em agosto de 2008, vítima de complicações do parto de sua segunda filha, Chiara. Ela havia se casado com o conceituado advogado João Paulo Lins e Silva, que agora luta pela guarda de Sean – já conseguiu provisoriamente, logo após a morte da mulher, fato que gerou certa surpresa e desconforto na imprensa em geral, principalmente pela rapidez do processo.
O que deve ser analisado não é o merecimento de cada um, nem haverá julgamento antecipado. O fato é que os dois merecem ter o filho, um por ser biológico, o outro por ter criado, convivido. Um se sente vítima de um “seqüestro”, e o outro lembra que sempre arcou com todos os custos referentes à educação de Sean e que ele é muito mais brasileiro do que norte-americano, Deixando essa discussão de lado, colocamos em voga o papel da imprensa nos países envolvidos.
O jornal Folha de São Paulo publicou matéria referente ao caso no ano passado. Desde então, um juiz da 2ª Vara da Criança e Juventude de São Paulo proibiu a veiculação de qualquer material que fizesse referência ao garoto. Enquanto isso, uma verdadeira “força-tarefa” foi criada nos EUA a favor do pai. No site oficial da campanha, Bringmesean, é possível fazer doações em dinheiro, comprar bonés, fraldas, aventais e capas com o rosto do garoto. David participou de inúmeros programas de televisão, passeatas, encontros... tudo em prol do imediato retorno se Sean para os Estados Unidos. No Brasil, nada.
É muito fácil – ou torna-se muito fácil – acreditar em um fato quando este é o único veiculado, ou seja, não sofre contestação, não tem 2 lados, não explicita o que a outra parte tem a dizer. A imprensa americana, já acostumada a cobrir tudo, deleitou-se com mais um drama familiar, mais uma novela anglo-latina. Enquanto isso, nossa imprensa permanecia calada, não por vontade, mas por determinação de um juiz que se acha no direito de dizer o que a população merece e o que ela não merece saber.
Não é a intenção convencer o nobre leitor a tomar este ou aquele partido em relação a esta história, e reconheço que este texto está longe de ser dos melhores e/ou mais persuasivos. O intuito é mostrar que é possível distorcer fatos da história original por conta do maior ou menor enfoque da mídia para determinada parte envolvida. Procurem ouvir o outro lado. É mais justo.
Jhonatas Silva Franco
16/03/2009

Com o padrasto, João Paulo, e Bruna
Site do Pai Biológico
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Jhonatas Franco
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Do Campeão da Rede! (em audiência eu não sei, mas em erros...)
"- Na Inglaterra e na Espanha os campos não tem alambrado porque as penas são forte para quem desrespeita o espetáculo. Na Inglaterra, um torcedor que inaviadiu o campo para tirar sarro de um goleiro que tinha tomado um frango, foi preso e ficou 2 anos prestando serviços a comunidade; Na Espanha, o bandeirinha foi aitnigo com uma moeda e o jogo parou na hora e só recomeçou umasemana depois sem torcida - exemplificou o atleta.
- As punições servem de exemplo e acabam por educar a todos. Muita gente aqui na Europa que (pra que esse "que"?!) gosta de futebol e tem vontade de assistir um jogo no Maracanã ou no Morumbi, mas tem medo de ir e isso denigre nossa imagem - completou Edu, que ainda opinou:
- Apoio a iniciativa de cada vez mais tornar o jogo de futebol um espetáculo. Com medidas como essas no futuro poderemos voltar a ver as familias de volta aos estádios."
* * * * *Fora os de estrutura e organização de idéias...
A única coisa que eu posso dizer: (sic)
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Jhonatas Franco
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"Se ele continuar jogando nesse ritmo, em mais um ou dois meses não me surpreenderia se pintasse uma chance na Seleção. Ele mereceria acredita Reinaldo, que se disse surpreso com os atributos do volante. Nem eu sabia que ele tinha essa qualidade de fazer tantos gols de cabeça. Fahel exerce função importante em campo, sob todos os aspectos disse."
Das duas, uma: Ou esse jornalista não entende bulufas de pontuação, ou é um discípulo do José Saramago. Pra ser sincero, fico com a primeira opção.
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Jhonatas Franco
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"Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o Uno esperava para atravessar a BR, quando uma caminhonete branca veio em alta velocidade, não parou no trevo e atingiu a traseira do carro, o empurrando em direção a carreta, que saia da balança de pesagem.
A caminhonete fugiu do local do acidente e até o momento o motorista não foi localizado."
***
A caminhonete, que já tem passagens pela polícia por excesso de álcool e formação de quadrilha (juntamente com 2 Bestas e uma Perua), continua foragida.
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Jhonatas Franco
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Pedro Bial dando pinta!!!
AHÁÁÁ! Pois bem.
Cheguei a achar que meus ouvidos se enganaram, quando ouvi Pedro Bial dar uma desmunhecada no BBB de ontem [ironia](sim, eu assisto Big Brother, ok? Paredão então, não perco por nada, ui!)[/ironia]
O fato é que o Senhor Filtro Solar se ofereceu para beijar o namorado de Ana Carolina por ela(!) num ato de bichisse homossexualismo explícito e inconsciente.
Não acredita? Pois veja com seus próprios olhos:
Uma gata dessas e o hombre tá preocupado em beijar o namorado... Poatz, comasseen?
Majudaí néah Bial?
:(
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Anna Duzzi
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